sábado, 2 de junho de 2012

TESOUROS CLÁSSICOS - O Mágico de Oz & O patinho feio


O MÁGICO DE OZ

Dorothy morava com o seu tio Henrique e a sua tia Ema no Kansas. Ela gostava de brincar com seu cachorrinho Totó.
Um dia, veio um ciclone e Dorothy e Totó não conseguiram se proteger. A casa subiu tão alto que foi cair numa terra estranha.
Quando Dorothy se viu sozinha, quis voltar para a sua terra. Então, veio uma bruxinha boa e disse que somente o Mágico de Oz poderia ajudá-la. Deu-lhe um para de sapatinhos dourados para ajudar na caminhada.
Dorothy seguiu um caminho de pedras amarelas e viu um espantalho num milharal e o libertou.
_ Não sei como agradecer. Disse o Espantalho.
_ Queria ter um cérebro para saber agradecer.
_ Venha comigo! O mágico de Oz poderá dar um cérebro a você. Falou a menina.
Mais adiante, encontrou um homem de lata enferrujado. Depois que  Dorothy passou óleo, o homem de lata agradeceu e disse que queria um coração para ser generoso.
_ Venha conosco. O mágico de Oz vai conseguir um para você. Disse Dorothy
No caminho, um leão atacou Totó.
_ Você é um leão covarde!
Gritou Dorothy, brava. O leão recuou e disse que era mesmo covarde.
_ Então, venha conosco. O mágico de Oz vai lhe dar coragem.
Disse Dorothy com pena do leão.
Ao chegarem a cidade de Esmeralda, foram até o misterioso Mágico de Oz, que disse:
_ Darei cérebro ao espantalho, coração ao homem de lata e coragem ao leão;
Mas somente a bruxa boa do sul  poderá ajudar Dorothy a ir para o Kansas.
No palácio perto do deserto, a bruxa boa do sul disse a Dorothy:
_ Ora, é só bater três vezes com estes sapatos encantados e fazer o pedido.
Dorothy despediu-se dos amigos, fez o que a bruxa mandou e zum... Voltou a ser feliz com o tio Henrique e a tia Ema no Kansas.

O PATINHO FEIO

Era um vez uma mamãe pata que pôs cinco ovos quatro lindos patinhos saíram primeiro da casca e, por último, um patinho tão feio que dava dó. _ Quando crescer, ficará bonito, pensou esperançosa, a mamãe pata.

O patinho crescia e a mamãe pata ficava mais triste. Ele continuava feio e esquisito.

Os mais velhos o olhavam com pena. Os mais moços zombavam dele chamando-o de "Patinho feio".

Pobre patinho! Vivia triste, e não brincava com ninguém por causa da sua feiura. O patinho preferia ficar sozinho do que perto daqueles que riam dele. Um dia, resolveu ir embora para bem longe.

Andou muito pela floresta, até que anoiteceu. Ele estava cansado, com fome e com muito medo. Também estava triste com seus amigos e, por isso venceu o medo e adormeceu ali mesmo.

De manhã, quando acordou ainda tinha fome. Andou mais um pouco e ouviu um barulho de água. Correu e encontrou um lago, onde alguns patos selvagens brincavam alegremente.

Quis falar com eles, mas um barulho de espingarda espantou a todos e ele ficou sozinho novamente.

O patinho resolveu ficar por ali mesmo, pois tinha muitos peixes para se alimentar. Com o tempo, foi ficando mais forte e robusto.

A primavera chegou, e todos os cisnes resolveram aparecer no lago. Um deles veio conversar com o patinho. Ele não acreditava que um belo cisne quisesse ser seu amigo de verdade. _ Ora, olhe seu reflexo na água _ Pediu o cisne. O patinho viu o reflexo e descobriu que ele também era um cisne! Então, resolveu juntar-se àqueles lindos e majestosos cisnes e viveu feliz para sempre.

TESOUROS CLÁSSICOS - Chapeuzinho Vermelho & Cinderela


CHAPEUZINHO VERMELHO

Era uma vez uma menina conhecida como chapeuzinho vermelho. Um dia, sua mãe pediu que ele levasse uma cesta de doces para sua vovó que morava do outro lado do bosque.
Caminhando pelo bosque, a menina encontrou o lobo.
_ Onde vai chapeuzinho? Perguntou o lobo.
_ Vou a casa da vovó levar uma cesta de doces. Respondeu chapeuzinho.
_ Muito bem, boa menina! Porque não leva flores também?
Enquanto chapeuzinho colhia as flores, o lobo correu a casa da vovó.
Bateu à porta e imitando a voz de chapeuzinho vermelho pediu para entrar.
Assim que entrou, deu um pulo e devorou a vovó inteirinha.
Depois, colocou a touca, os óculos e se cobriu, esperando chapeuzinho.
Quando chapeuzinho chegou, o lobo pediu para ela chegar mais perto.
_ Vovó, que orelhas grandes!
Disse chapeuzinho.
_ É para te ouvir melhor! Disse o lobo.
_ Que olhos enormes, vovó!
_ É pra te ver melhor!
_ Que nariz comprido!
_ É para te cheirar!
_ E essa boca vovozinha?
Que grande!
_ É pra te devorar!
Então o lobo pulou da cama e correu para pegar chapeuzinho.
Um caçador que passava perto da casa ouviu o barulho e foi ver o que era.
O lobo tentou fugir, mas o caçador atirou e matou o lobo.
Chapeuzinho apareceu e disse que o lobo havia engolido a vovó. 
O caçador abriu a barriga do lobo e tirou a vovó sã e salva.

CINDERELA

Um senhor viúvo tinha uma filha a quem muito amava.
Casou-se outra vez com uma viúva que tinha duas filhas.
Quando ele morreu, sua filha ficou muito triste.
A madrasta e as filhas invejavam a beleza e a bondade da moça. Passaram a maltratá-la, ela passou a ser uma criada, chamavam-na de Cinderela. Cinderela fazia todo o serviço da casa. Chorava muito porque sentia-se só, sem ninguém que a amasse.
Um dia, o rei resolveu dar um baile no palácio e convidou todas as jovens do reino, pois o príncipe nesta ocasião, escolheria uma esposa. As filhas da madrasta passaram o dia provando vestidos para o baile.
Cinderela também queria ia ao baile, porém sua madrasta proibiu. Suas irmãs saíram, zombando da pobre moça.
Então apareceu a sua fada madrinha.
_ Não chore! Ela disse para Cinderela.
_ Você irá ao baile.
Com sua varinha mágica transformou suas roupas num traje maravilhoso. A fada ainda transformou uma abóbora em uma linda carruagem, o gato em cocheiro e o rato num belo cavalo.
_ Mas lembre-se, o encanto terminará à meia-noite. Disse a fada.
Cinderela entrou no palácio e todos ficaram encantados com sua beleza. O príncipe só dançou com ela.
Ao dar meia-noite, antes que terminasse o encanto, Cinderela foi embora. Ao correr perdeu seu sapatinho de cristal.
O príncipe, que tinha se apaixonado por Cinderela, para achá-la, mandou que provassem o sapatinho em todas as jovens do reino. Todas provaram, até as irmãs de Cinderela. Mas, quando Cinderela calçou o sapatinho, surpresa! Serviu!!!
Cinderela e o príncipe se casaram e foram felizes para sempre.


TESOUROS CLÁSSICOS - Branca de Neve & Cachinhos Dourados e os Três Ursos


BRANCA DE NEVE 


Branca de Neve era uma princesinha de cabelos bem negros, pela branca como a neve e lábios vermelhos. Ela morava com sua madrasta, uma rainha muito vaidosa e má.
A Rainha tinha um espelho mágico. Todos os dias ela perguntava ao espelho:
_ Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu? O espelho respondia:
_ Não, minha rainha, você é a mais bela.
Um dia, a rainha fez a mesma pergunta ao espelho, porém, a resposta foi diferente.
Ele disse:
_ Minha rainha, você é muito bonita, mas Branca de Neve é a mais bela.
A rainha enciumada e com raiva, chamou o caçador e ordenou que levasse Branca de Neve para a floresta e a matasse. Sem coragem de cumprir as ordens da rainha, o caçador falou: _ Fuja, Branca de Neve! Não volte para o castelo, pois a rainha quer matá-la! Branca de Neve assustada, correu.
Os animaizinhos da floresta ajudaram Branca de Neve a chegar até uma clareira. Lá ele avistou uma casinha. Aproximou-se da casa e entrou.
Tudo era pequeno, parecia uma casa de bonecas. Provou da comida que estava nos pratos e como estava cansada, juntou as caminhas do quarto, deitou e dormiu. 
Era a casinha dos sete anões. Quando eles voltaram do trabalho, encontraram Branca de Neve dormindo. Ficaram surpresos e curiosos. Quem era ela? De onde veio? O mais velho pegou a lanterna e chegou perto.
Branca de Neve  acordou e contou sua triste história. 
Os anões pediram que ela ficasse morando ali. Branca de Neve cuidava da casa, enquanto eles trabalhavam.
A rainha descobriu que Branca de Neve estava viva. Transformou-se em uma velha vendedora de frutas.
Foi até a casa dos anões e ofereceu uma maçã envenenada para Branca de Neve. Quando ela mordeu, caiu desmaiada.
Quando os anões chegaram, viram Branca de Neve caída no chão. Choraram, pensando que ela tinha morrido.
Por ser tão bela, eles a colocaram num caixão de vidro, no meio da floresta.
Um príncipe que passava por ali, aproximou-se. Viu Branca de Neve e por ela se apaixonou. Ela parecia dormir. Levantou a tampa do caixão e lhe deu um beijo.
Nesse momento, o encanto se quebrou e Branca de Neve despertou. Olhou para o Principe e sorriu. Tempos depois, casaram-se e foram muito felizes.

CACHINHOS DOURADOS E OS TRÊS URSO

Era uma vez três ursos. Papai urso era grandão. Mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso era bem pequenino.
Papai urso tinha uma tigela de mingau grandona. A tigela da mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso tinha uma tigelinha. Mamãe ursa encheu as tigelas com mingau quente.
Foram dar uma volta enquanto o mingau esfriava. Então, cachinhos dourados chegou e, não vendo ninguém na casa, entrou.
Vendo o mingau, cachinhos dourados provou da tigela do papai urso. Estava muito quente.
Aí, provou da mamãe ursa. Estava muito frio.
Depois, provou da tigela do bebe urso. Hum! Estava uma delícia. Comeu tudo!
Cachinhos Dourados foi sentar na cadeira do papai urso. Era muito alta. Depois, sentou na cadeira da mamãe ursa. Era muito larga. Então, jogou-se na cadeira do bebe urso, que se quebrou toda.
Cachinhos Dourados ficou com sono e foi deitar-se na cama do papai urso. 
Era muito dura. Depois, deitou-se na cama da mamãe ursa. Achou macia demais. Então, deitou-se na cama do bebe urso. Achou-a muito aconchegante. Ai, ela adormeceu.
Os três ursos voltaram com fome. 
_ Alguém comeu do meu mingau! 
Rosnou o papai urso.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Falou a mamãe ursa.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E comeu tudo!
Os três ursos viram que tudo estava fora de ordem.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Rosnou o papai urso.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Reparou a mamãe ursa.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E está toda quebrada!
No quarto, papai urso rosnou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E a mamãe ursa falou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E o bebe urso disse:
_ Alguém deitou-se aqui e ainda esta deitada!
De repente, Cachinhos Dourados acordou e viu os três ursos a sua frente. Ficou tão assustada, que saiu correndo para casa. Nunca mais Cachinhos Dourados entrou na casa de outras pessoas sem avisar.

TESOUROS CLÁSSICOS - As viagens de Gulliver & Bambi


AS VIAGENS DE GULLIVER

Era uma vez um jovem chamado Gulliver que decidiu viajar pelo mundo. Então, durante uma tempestade, seu barco afundou e ele conseguiu nadar até uma praia.
Quando acordou, estava sendo espetado por pequenos dardos atirados por homenzinhos.
Gulliver, então foi levado prisioneiro até o imperador dos pequenos soldados.
O imperador disse:
_ Aqui em Liliput, temos um terrível inimigo que vive na ilha vizinha, e precisamos de sua ajuda. Em troca, daremos comida e abrigo.
Gulliver decidiu ajudar.
Afinal, os homenzinhos eram até muito simpáticos. Á noite, Gulliver atravessou o estreito e destruiu os barcos inimigos. 
Quando voltou, os liliputianos, agradecidos, ajudaram-no a voltar para a inglaterra.
Em Londres, Gulliver arranjou outro navio e voltou para o mar. 
A viagem demorou tanto que faltou água.
Ao encontrar terra, mandou alguns marinheiros à procura de água doce.
Gulliver também saiu a procura de água, mas foi surpreendido por um gigante que queria apanhá-lo.
Os marinheiros fugiram apavorados e o gigante conseguiu apanhá-lo.
Ao olhar bem para Gulliver, o gigante teve a ideia de ganhar dinheiro mostrando-o em seu reino.
Gulliver trabalharia como ator para divertir as pessoas que pagariam para vê-lo.
Na capital do reino dos gigantes, a rainha resolveu comprar Gulliver por cem moedas de ouro. Afeiçoada a Gulliver, a rainha ordenou que construíssem uma casa do tamanho dele para que ficasse bem acomodado.
Mas, uma noite, duas enormes vespas o atacaram. Depois de lutar ferozmente com sua espada, conseguiu sair vitorioso. Ao chegar, a rainha viu o final do combate sem poder fazer nada para ajudar Gulliver.
Então, a rainha deixou Gulliver voltar para a sua casa. Em Londres, Gulliver viveu feliz, escrevendo sobre suas viagens fantásticas.


BAMBI

Nasceu no bosque um simpático veadinho chamado Bambi.
Ele tinha bons amigos: o coelho, o esquilo, a coruja e muitos outros.
Ele gostava de brincar com sua prima, os dois corriam pelos bosques.
Um dia aconteceu uma tempestade, Bambi se perdeu, mas o príncipe dos veados o levou de volta para junta de sua mãe.
Na época do inverno, vieram a neve e os caçadores. A mãe de Bambi levou um tiro e morreu. Bambi ficou muito triste.
Quando acabou o inverno, Bambi tinhas crescido, já tinha pequenos chifres. Sentia muita falta de sua mãe. 
Sua prima também tinha crescido, quando Bambi a viu, ela era a corça mais bonita. Lutou com outro veado que queria casar com ela, venceu e assim conquistou-a.
O príncipe dos veados ensinou para Bambi todos os segredos do bosque.
Um dia, Bambi ouviu um barulho parecido com um trovão e sentiu uma grande dor.
Tinha sido ferido por um tiro de espingarda de um caçador.
Apesar de ferido, conseguiu escapar e se escondeu.
Passou muito tempo, mas Bambi se recuperou.
Quando voltou ao bosque já era um grande veado. Ficou feliz ao reencontrar sua amada e seus amigos. 
Bambi se tornou o novo príncipe dos veados.
Agora ele cuidaria e ensinaria os jovens veados e outros animais do bosque.


TESOUROS CLÁSSICOS - A pequena Sereia & A Princesa e o Sapo


A PEQUENA SEREIA

Era uma vez uma jovem sereia que gostava de tomar sol sentada em uma rocha. 
Um dia ela viu um lindo príncipe por quem se apaixonou.
Mas seu pai o rei dos mares lhe disse:
_ Minha filha você não pode amar um humano, você é uma sereia! Veja, você tem cauda, os humanos tem pernas!
A pequena sereia então foi procurar a bruxa do mar e pediu:
_ Por favor eu quero ter pernas! A bruxa aceitou realizar o encanto, mas em troca queria a linda voz da pequena sereia.
A pequena sereia estava tão apaixonada que concordou com a bruxa. Tomou a porção mágica e desmaiou, quando acordou estava na praia, o lindo príncipe encontrou-a e fez dela sua amiga.
Mas a pequena sereia estava muda, não podia falar do seu amor. Um dia soube que ele iria se casar, resolveu visitar o príncipe, enquanto ele dormia, para se despedir, chorou e não teve coragem de deixá-lo
O casamento era com a bruxa disfarçada, mas por acidente quebrou a joia que a bruxa levava no pescoço, quebrando, assim, o encanto.
A bruxa voltou a sua forma e a voz da pequena sereia foi recuperada.
Feliz, a pequena sereia pode contar toda a sua história ao príncipe, que vendo tanto amor resolveu se casar come la. Casaram-se e foram felizes para sempre.
E todos no reino das águas acompanharam as festas e a alegria de pequena sereia e do príncipe.


A PRINCESA E O SAPO

Era uma vez uma bondosa princesa muito bonita de cabelos longos e louros que vivia num reino muito distante.
Um dia, sem querer, a princesa deixou cair uma bola dentro de um lago. Pensando que a bola estivesse perdia, começou a chorar.
_ Princesa, não chore. Vou devolver a bola para você. _ disse um sapo.
_ Pode fazer isso? _ perguntou a princesa.
_ Claro, mas só farei em troca de um beijo.
A princesa concordou. Então, o sapo apanhou a bola, levou-a até os pés da princesa e ficou esperando o beijo. Mas, a princesa pegou a bola e correu para o castelo. O sapo gritou:
_ Princesa, deve cumprir a sua palavra!
O sapo passou a perseguir a princesa em todo lugar. Quando ia comer, lá estava o sapo pedindo a sua comida. O rei, vendo sua filha emagrecer, ordenou que pegassem o sapo e o levassem de volta ao lago.
Antes que o pegassem, o sapo disse ao rei:
_ Ó, rei, só estou cobrando uma promessa.
_ Do que está falando, sapo?
Disse o rei, bravo.
_ A princesa prometeu dar-me um beijo depois que eu recuperasse uma bola perdida no lago. O rei, então, mandou chamar sua filha.
O rei falou a filha que uma promessa  real deveria ser cumprida.
Arrependida a princesa começou a chorar e disse que ia cumprir a palavra dada ao sapo.
A princesa fechou os olhos e deu um beijo no sapo, que logo pulou ao chão. Diante dos olhos de todos, o sapo se transformou em um belo rapaz com roupas de príncipe.
Ele contou que uma bruxa o havia transformado em um sapo e somente o beijo de uma donzela acabaria com o feitiço.
Assim, ele se apaixonou pela princesa e a pediu em casamento. A princesa aceitou.
Fizeram uma grande festa de casamento, que durou uma semana inteira. 
A princesa e o príncipe juntaram dois reinos e foram felizes para sempre.

TESOUROS CLÁSSICOS - A bela adormecida & A bela e a fera



A BELA ADORMECIDA

Quando a princesa Aurora nasceu, o Rei e a Rainha fizeram uma festa ara o seu batizado e convidaram todas as fadas do reino. Cada fada presenteou a princesa com um dom: beleza, bondade, alegria, inteligencia e amor.

De repente, apareceu a bruxa Malévola, furiosa por não ter sido convidada para a festa. Disse para a rainha:
_ Quando a princesa completar quinze anos espetará o dedo no fuso de uma roca e morrerá!

A fada Flora que ainda não havia dado seu presente conseguiu modificar o feitiço da Malévola dizendo:
_ A princesa não morrerá, dormirá um sono profundo até que o beijo de um príncipe a desperte.

O rei ordenou que todas as rocas do reino fossem destruídas. E pediu que as fadas protegessem a princesa.

A princesa crescia feliz, cada vez mais bela e amorosa. No dia do seu aniversário de 15 anos ela resolveu dar um passeio sozinha.

Andando pelo palácio, encontrou uma escada que levava para a velha torre, subiu e lá encontrou uma rosa.

Aproximou-se curiosa e ao tocá-la, espetou seu dedo no fuso da roca e caiu num sono profundo. No mesmo instante, todos no castelo adormeceram. Com o tempo, uma imensa floresta cresceu ao redor do castelo.

Muitos anos depois, um príncipe de um país vizinho que ouvira falar da história da Bela
Adormecida, resolveu, então, encontrar este castelo.

Corajoso, o príncipe atravessou a floresta, e achou o castelo. Entrou, e espantado viu que todos dormiam, até os animais.

Subiu a escada da torre e encontrou a princesa. Em uma cama de ouro, dormia a mais linda jovem que ele tinha visto. O príncipe ficou apaixonado e aproximando-se dela, beijou-a.

No mesmo instante, a princesa Aurora despertou e com ela todo o reino. Poucos  dias depois, a princesa Aurora e o Príncipe se casaram e foram felizes para sempre.


A BELA E A FERA.

Era uma vez um comerciante que morava com sua filha, uma moça tão bonita que o seu nome era Bela.

Voltando de uma viagem, o comerciante viu um castelo com um lindo jardim cheio de flores. Resolveu levar uma rosa para Bela.

Quando ele colheu a rosa daquele jardim, uma Fera apareceu e disse: _ Você não devia mexer no meu jardim, por isso vai ser meu prisioneiro!

O comerciante respondeu: _ Perdão senhor, era um presente para minha filha! Mas a Fera não queria saber estava furiosa.

O comerciante então, pediu para a Fera deixar ele se despedir de sua filha. Chegando em sua casa chorou, porque sua filha ficaria sozinha no mundo.

Bela então disse:
_ Papai, deixe-me ir com você, quero falar com a Fera.
_ Não adianta, minha filha! Disse o comerciante.
Mas Bela tanto insistiu que o pai louvou-a com ele.

Chegando no castelo, Bela disse para a Fera:
_ Deixe meu pai ir embora, ele está velho e doente, eu fico no lugar dele.
A fera concordou e o pai de Bela muito triste foi embora.

Os dias passaram no castelo. E a Fera, mesmo sendo muito feia, era boa e gentil com Bela.
Liam livros juntos, conversavam e brincavam no jardim.
De tão amigos, A Fera deixou Bela ir visitar seu pai.

Quando Bela voltou, encontrou a Fera muito doente.
Bela assustada disse:
_ Fera, não morra, estou aqui! Eu te amo! E beijou o rosto da fera.
No mesmo instante, começou na Fera uma transformação.
A fera deixou de existir e em seu lugar surgiu um lindo príncipe.

O príncipe contou para Bela que uma bruxa o enfeitiçou e ele só voltaria ao normal com um beijo de amor.
Quebrado o encanto, o Príncipe e a Bela se casaram e foram felizes para sempre.






domingo, 27 de maio de 2012

SONHO E FANTASIA - Pepeu o pintinho carijó


Que alegria no galinheiro!
Nasceram os pintinhos de Dona Pintada.
Dona Pintada recebeu muitas visitas. 
A primeira a chegar foi a Dona Perua.
Logo em seguida a Patinha Branca com seus patinhos.
Ela ficou encantada com os pintinhos.
Eles era mesmo uma gracinha!
Depois, chegou o Senhor Peru, todo elegante fazendo glu, glu...
O galo de crista vermelha não se cansava de cantar, anunciando o nascimento dos pintinhos.
Quando Dona Pintada saiu para passear, todos ficaram surpresos.
Eles diziam: 
_ Que estranho! O pintinho Pepeu tem um mancha branca na cabecinha!
Coitado do Pepeu, ficou tão triste! 
Ele só ficava num cantinho do galinheiro.
O tempo foi passando e os filhotinhos cresceram.
Como Pepeu ficou elegante! Ele agora é um lindo galo carijó.
Como ele é festejado!
Pepeu é o rei do terreiro!