domingo, 3 de junho de 2012

AS AVENTURAS DOS FILHOTES - Agripina a Girafa


Agripina era uma girafa pequena e peralta.
Queria ser alta como sua mãe.
Tentava subir em pedras, e nada! Então saltava... mas nem no pescoço de sua mãe, Agripina chegava!
"Precisava comer muitas frutas e folhas para crescer", disse a mamãe girafa para a sua filha aprender.
Então, folhas e frutas Agripina comeu... e gostou. Comeu tanto que até engordou!
Mas Agripina não tinha crescido o suficiente, " Continuou pequena", dizia tristemente.
A mamãe de Agripina ficou com muita pena.
"Tenha paciência. Um dia você vai deixar de ser pequena."
Mas parecia que o tempo de crescer nunca vinha.
Esse negócio de ter paciência, não era para Agripina!
Aí, num belo dia, nasceu sua irmãzinha, tão alegre e tão pequenininha!
Logo começaram a brincar pelo campo afora! Corria atrás de sua irmã, que se chamava cora.
Agripina nunca mais disse que queria ser grande. 
Mamãe girafa sorria ao vê-la, agora, tão radiante!

sábado, 2 de junho de 2012

COLEÇÃO TESOUROS CLÁSSICOS




TESOUROS CLÁSSICOS - Peter Pan & Pinóquio


PETER PAN

Todas as crianças crescem, Peter Pan não! Ele mora na Terra do Nunca.

Um dia junto com a Fada Sininho, foi visitar seus amigos Wendy, João e Miguel.

Peter levou-os para conhecer a Terra do Nunca. Com a mágica de Sininho eles saíram voando. Avistaram o barco pirata, a aldeia dos índios e a morada dos meninos perdidos.

O Capitão Gancho viu Peter Pan e seus amigos voando e resolveu atacá-los;

Peter Pan salvou Wendy antes que ela caísse no chão.

Os meninos perdidos moravam dentro de uma árvore oca. Wendy contou lindas estórias para eles. Ela gostou dos meninos.

Um dia o Capitão Gancho raptou a princesa dos índios, mas Peter Pan apareceu para libertá-la. O Capitão Gancho fugiu e o Crocodilo Tic Tac quase o engoliu, mas ele escapou.

Mas o Capitão Gancho não desistiu. Desta vez capturou os meninos perdidos, levou-os para o barco pirata, de lá eles seriam jogados no mar.

Mas Peter Pan veio salvar os seus amigos. Lutou com Gancho e o derrubou.

De volta ao lar, Wendy pediu que Peter Pan ficasse com eles, mas ele disse que não e preferiu a Terra do Nunca, assim ele nunca cresceria e poderia brincar com todas as crianças sempre.

PINÓQUIO

Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira. Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente o boneco criou vida. Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.
Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado. Colocou-o na escola. Mas Pinóquio fugiu e foi divertir-se no teatro de bonecos.
O dono do teatro queria ficar com Pinóquio, mas ele chorou tanto que o homem deu-lhe umas moedas e o deixou partir.
Na volta para casa encontrou dois ladrões. Apesar dos conselhos do Grilo Falante, seguiu com eles e foi roubado. Pinóquio, triste, resolveu voltar para casa e obedecer Gepeto.
No caminho, um passarinho avisou que Gepeto foi procurá-lo no mar.
Ele ia ao encontro de Gepeto quando viu umas crianças que se dirigiam ao País da Alegria. Pinóquio foi com ele.
Estava brincando quando percebeu que estava se transformando em um burro.
Chorou arrependido. Uma fada apareceu e desfez o encanto. Mas avisou:
_ Toda a vez que mentir, seu nariz vai crescer!
Chegando no mar, Pinóquio e o grilo foram procurar Gepeto. Apareceu uma baleia e os engoliu. Lá dentro encontraram Gepeto. Quando a baleia abriu a boca de novo, eles fugiram.
Chegando em casa, a fada recompensou a coragem de Pinóquio, transformando-o num menino de verdade.
Pinóquio e Gepeto foram muito felizes.

TESOUROS CLÁSSICOS - Os Músicos de Bremen & Os Três Porquinhos


OS MÚSICOS DE BREMEN

Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem ir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade.
No caminho para Bremen, vêem luz numa casa; espreitam dentro e vêem quatro ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e dormem.
Durante a noite, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensa que sejam brasas e inclina-se para acender a sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe e o galo afugenta-o porta fora, cacarejando. O homem diz aos seus companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um gigante que lhe deu uma paulada (o burro), um ogro que o arranha com uma faca (o cão) e, o pior de tudo, - um juiz que gritou em seu ouvido "Peguem esse patife"(o galo). Os ladrões abandonam a casa devido às estranhas criaturas que dela se apossaram, e os animais vivem felizes nela até ao final dos seus dias.
**FIM**
 OS TRÊS PORQUINHOS

Era uma vez, três porquinhos que saíram da casa de sua mãe. Cada um construiria a sua própria casa. Seguiram caminhos diferentes.
O primeiro porquinho construiu a sua casa com palha. Logo ficou pronta e ele foi dormir. Chegou um lobo que queria comer o porquinho e disse: -- Abra a porta ou derrubarei esta casa com um sopro só!
O porquinho não abriu. O lobo soprou e derrubou a casa. O porquinho fugiu.
O segundo porquinho fez a sua casa com galhos de árvore. Logo ficou pronta e ele foi dormir. Outra vez veio o lobo.
-- Porquinho, abra a porta ou vou assoprar e derrubar tudo. O porquinho não abriu, o lobo assoprou e derrubou a casa. Mas o porquinho fugiu e se escondeu, e o lobo queria saber:
Onde se meteu este porquinho?
O terceiro porquinho construiu a sua casa com tijolos. Para lá, foram os seus irmãos e o lobo também. Mas, desta vez, o lobo soprou até cansar e não derrubou a casa.
O lobo resolveu descer pela chaminé, mas a lareira estava acesa e ele saiu pegando fogo. O lobo foi embora e os porquinhos ficaram muito felizes, morando na casinha de tijolos.

TESOUROS CLÁSSICOS - O Mágico de Oz & O patinho feio


O MÁGICO DE OZ

Dorothy morava com o seu tio Henrique e a sua tia Ema no Kansas. Ela gostava de brincar com seu cachorrinho Totó.
Um dia, veio um ciclone e Dorothy e Totó não conseguiram se proteger. A casa subiu tão alto que foi cair numa terra estranha.
Quando Dorothy se viu sozinha, quis voltar para a sua terra. Então, veio uma bruxinha boa e disse que somente o Mágico de Oz poderia ajudá-la. Deu-lhe um para de sapatinhos dourados para ajudar na caminhada.
Dorothy seguiu um caminho de pedras amarelas e viu um espantalho num milharal e o libertou.
_ Não sei como agradecer. Disse o Espantalho.
_ Queria ter um cérebro para saber agradecer.
_ Venha comigo! O mágico de Oz poderá dar um cérebro a você. Falou a menina.
Mais adiante, encontrou um homem de lata enferrujado. Depois que  Dorothy passou óleo, o homem de lata agradeceu e disse que queria um coração para ser generoso.
_ Venha conosco. O mágico de Oz vai conseguir um para você. Disse Dorothy
No caminho, um leão atacou Totó.
_ Você é um leão covarde!
Gritou Dorothy, brava. O leão recuou e disse que era mesmo covarde.
_ Então, venha conosco. O mágico de Oz vai lhe dar coragem.
Disse Dorothy com pena do leão.
Ao chegarem a cidade de Esmeralda, foram até o misterioso Mágico de Oz, que disse:
_ Darei cérebro ao espantalho, coração ao homem de lata e coragem ao leão;
Mas somente a bruxa boa do sul  poderá ajudar Dorothy a ir para o Kansas.
No palácio perto do deserto, a bruxa boa do sul disse a Dorothy:
_ Ora, é só bater três vezes com estes sapatos encantados e fazer o pedido.
Dorothy despediu-se dos amigos, fez o que a bruxa mandou e zum... Voltou a ser feliz com o tio Henrique e a tia Ema no Kansas.

O PATINHO FEIO

Era um vez uma mamãe pata que pôs cinco ovos quatro lindos patinhos saíram primeiro da casca e, por último, um patinho tão feio que dava dó. _ Quando crescer, ficará bonito, pensou esperançosa, a mamãe pata.

O patinho crescia e a mamãe pata ficava mais triste. Ele continuava feio e esquisito.

Os mais velhos o olhavam com pena. Os mais moços zombavam dele chamando-o de "Patinho feio".

Pobre patinho! Vivia triste, e não brincava com ninguém por causa da sua feiura. O patinho preferia ficar sozinho do que perto daqueles que riam dele. Um dia, resolveu ir embora para bem longe.

Andou muito pela floresta, até que anoiteceu. Ele estava cansado, com fome e com muito medo. Também estava triste com seus amigos e, por isso venceu o medo e adormeceu ali mesmo.

De manhã, quando acordou ainda tinha fome. Andou mais um pouco e ouviu um barulho de água. Correu e encontrou um lago, onde alguns patos selvagens brincavam alegremente.

Quis falar com eles, mas um barulho de espingarda espantou a todos e ele ficou sozinho novamente.

O patinho resolveu ficar por ali mesmo, pois tinha muitos peixes para se alimentar. Com o tempo, foi ficando mais forte e robusto.

A primavera chegou, e todos os cisnes resolveram aparecer no lago. Um deles veio conversar com o patinho. Ele não acreditava que um belo cisne quisesse ser seu amigo de verdade. _ Ora, olhe seu reflexo na água _ Pediu o cisne. O patinho viu o reflexo e descobriu que ele também era um cisne! Então, resolveu juntar-se àqueles lindos e majestosos cisnes e viveu feliz para sempre.

TESOUROS CLÁSSICOS - Chapeuzinho Vermelho & Cinderela


CHAPEUZINHO VERMELHO

Era uma vez uma menina conhecida como chapeuzinho vermelho. Um dia, sua mãe pediu que ele levasse uma cesta de doces para sua vovó que morava do outro lado do bosque.
Caminhando pelo bosque, a menina encontrou o lobo.
_ Onde vai chapeuzinho? Perguntou o lobo.
_ Vou a casa da vovó levar uma cesta de doces. Respondeu chapeuzinho.
_ Muito bem, boa menina! Porque não leva flores também?
Enquanto chapeuzinho colhia as flores, o lobo correu a casa da vovó.
Bateu à porta e imitando a voz de chapeuzinho vermelho pediu para entrar.
Assim que entrou, deu um pulo e devorou a vovó inteirinha.
Depois, colocou a touca, os óculos e se cobriu, esperando chapeuzinho.
Quando chapeuzinho chegou, o lobo pediu para ela chegar mais perto.
_ Vovó, que orelhas grandes!
Disse chapeuzinho.
_ É para te ouvir melhor! Disse o lobo.
_ Que olhos enormes, vovó!
_ É pra te ver melhor!
_ Que nariz comprido!
_ É para te cheirar!
_ E essa boca vovozinha?
Que grande!
_ É pra te devorar!
Então o lobo pulou da cama e correu para pegar chapeuzinho.
Um caçador que passava perto da casa ouviu o barulho e foi ver o que era.
O lobo tentou fugir, mas o caçador atirou e matou o lobo.
Chapeuzinho apareceu e disse que o lobo havia engolido a vovó. 
O caçador abriu a barriga do lobo e tirou a vovó sã e salva.

CINDERELA

Um senhor viúvo tinha uma filha a quem muito amava.
Casou-se outra vez com uma viúva que tinha duas filhas.
Quando ele morreu, sua filha ficou muito triste.
A madrasta e as filhas invejavam a beleza e a bondade da moça. Passaram a maltratá-la, ela passou a ser uma criada, chamavam-na de Cinderela. Cinderela fazia todo o serviço da casa. Chorava muito porque sentia-se só, sem ninguém que a amasse.
Um dia, o rei resolveu dar um baile no palácio e convidou todas as jovens do reino, pois o príncipe nesta ocasião, escolheria uma esposa. As filhas da madrasta passaram o dia provando vestidos para o baile.
Cinderela também queria ia ao baile, porém sua madrasta proibiu. Suas irmãs saíram, zombando da pobre moça.
Então apareceu a sua fada madrinha.
_ Não chore! Ela disse para Cinderela.
_ Você irá ao baile.
Com sua varinha mágica transformou suas roupas num traje maravilhoso. A fada ainda transformou uma abóbora em uma linda carruagem, o gato em cocheiro e o rato num belo cavalo.
_ Mas lembre-se, o encanto terminará à meia-noite. Disse a fada.
Cinderela entrou no palácio e todos ficaram encantados com sua beleza. O príncipe só dançou com ela.
Ao dar meia-noite, antes que terminasse o encanto, Cinderela foi embora. Ao correr perdeu seu sapatinho de cristal.
O príncipe, que tinha se apaixonado por Cinderela, para achá-la, mandou que provassem o sapatinho em todas as jovens do reino. Todas provaram, até as irmãs de Cinderela. Mas, quando Cinderela calçou o sapatinho, surpresa! Serviu!!!
Cinderela e o príncipe se casaram e foram felizes para sempre.


TESOUROS CLÁSSICOS - Branca de Neve & Cachinhos Dourados e os Três Ursos


BRANCA DE NEVE 


Branca de Neve era uma princesinha de cabelos bem negros, pela branca como a neve e lábios vermelhos. Ela morava com sua madrasta, uma rainha muito vaidosa e má.
A Rainha tinha um espelho mágico. Todos os dias ela perguntava ao espelho:
_ Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu? O espelho respondia:
_ Não, minha rainha, você é a mais bela.
Um dia, a rainha fez a mesma pergunta ao espelho, porém, a resposta foi diferente.
Ele disse:
_ Minha rainha, você é muito bonita, mas Branca de Neve é a mais bela.
A rainha enciumada e com raiva, chamou o caçador e ordenou que levasse Branca de Neve para a floresta e a matasse. Sem coragem de cumprir as ordens da rainha, o caçador falou: _ Fuja, Branca de Neve! Não volte para o castelo, pois a rainha quer matá-la! Branca de Neve assustada, correu.
Os animaizinhos da floresta ajudaram Branca de Neve a chegar até uma clareira. Lá ele avistou uma casinha. Aproximou-se da casa e entrou.
Tudo era pequeno, parecia uma casa de bonecas. Provou da comida que estava nos pratos e como estava cansada, juntou as caminhas do quarto, deitou e dormiu. 
Era a casinha dos sete anões. Quando eles voltaram do trabalho, encontraram Branca de Neve dormindo. Ficaram surpresos e curiosos. Quem era ela? De onde veio? O mais velho pegou a lanterna e chegou perto.
Branca de Neve  acordou e contou sua triste história. 
Os anões pediram que ela ficasse morando ali. Branca de Neve cuidava da casa, enquanto eles trabalhavam.
A rainha descobriu que Branca de Neve estava viva. Transformou-se em uma velha vendedora de frutas.
Foi até a casa dos anões e ofereceu uma maçã envenenada para Branca de Neve. Quando ela mordeu, caiu desmaiada.
Quando os anões chegaram, viram Branca de Neve caída no chão. Choraram, pensando que ela tinha morrido.
Por ser tão bela, eles a colocaram num caixão de vidro, no meio da floresta.
Um príncipe que passava por ali, aproximou-se. Viu Branca de Neve e por ela se apaixonou. Ela parecia dormir. Levantou a tampa do caixão e lhe deu um beijo.
Nesse momento, o encanto se quebrou e Branca de Neve despertou. Olhou para o Principe e sorriu. Tempos depois, casaram-se e foram muito felizes.

CACHINHOS DOURADOS E OS TRÊS URSO

Era uma vez três ursos. Papai urso era grandão. Mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso era bem pequenino.
Papai urso tinha uma tigela de mingau grandona. A tigela da mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso tinha uma tigelinha. Mamãe ursa encheu as tigelas com mingau quente.
Foram dar uma volta enquanto o mingau esfriava. Então, cachinhos dourados chegou e, não vendo ninguém na casa, entrou.
Vendo o mingau, cachinhos dourados provou da tigela do papai urso. Estava muito quente.
Aí, provou da mamãe ursa. Estava muito frio.
Depois, provou da tigela do bebe urso. Hum! Estava uma delícia. Comeu tudo!
Cachinhos Dourados foi sentar na cadeira do papai urso. Era muito alta. Depois, sentou na cadeira da mamãe ursa. Era muito larga. Então, jogou-se na cadeira do bebe urso, que se quebrou toda.
Cachinhos Dourados ficou com sono e foi deitar-se na cama do papai urso. 
Era muito dura. Depois, deitou-se na cama da mamãe ursa. Achou macia demais. Então, deitou-se na cama do bebe urso. Achou-a muito aconchegante. Ai, ela adormeceu.
Os três ursos voltaram com fome. 
_ Alguém comeu do meu mingau! 
Rosnou o papai urso.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Falou a mamãe ursa.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E comeu tudo!
Os três ursos viram que tudo estava fora de ordem.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Rosnou o papai urso.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Reparou a mamãe ursa.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E está toda quebrada!
No quarto, papai urso rosnou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E a mamãe ursa falou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E o bebe urso disse:
_ Alguém deitou-se aqui e ainda esta deitada!
De repente, Cachinhos Dourados acordou e viu os três ursos a sua frente. Ficou tão assustada, que saiu correndo para casa. Nunca mais Cachinhos Dourados entrou na casa de outras pessoas sem avisar.