domingo, 24 de junho de 2012

FICHA DE CONTROLE DA BIBLIOTECA 101 a 120

Um modelo demonstrativo e sugestivo de como registrar e controlar os livros pertencentes ao Clube. Ao findar de cada ano o diretor atual deverá repassar esta lista com todos os livros registrados inclusive os que desapareceram. Após conferir cada item, entregará aos cuidados da nova direção onde a mesma deve conferir cada item, assinar e arquivar a ficha, isentando assim sua responsabilidade no caso de desaparecimento do devido patrimônio.

6 - Controle Da Biblioteca - 101-120 by NeteDechante

sábado, 23 de junho de 2012

ANIMAIS FOFOS - O macaquinho PIRUETA


PIRUETA é um macaquinho que gosta de curtir as emoções das alturas.
Seus amigos e ele fazem macaquices de ganho em galho e acrobacias.
Ele se alimenta de bananas.
A tardinha, ele gosta de visitar o riacho e gomar água em folhas de bananeira.
Para dormir em segurança, ele tem uma cama de folhagens lá nas alturas.

ANIMAIS FOFOS - O ursinho PEPITO


PEPITO é um ursinho muito querido por todos na floresta.
Na floresta ele se alimenta de mel que ganha das suas amigas abelhinhas.
Ele sobe nas árvores para visitar seus amigos que gostam de morar nas alturas.
Ele ama tomar banho nas corredeiras e brincar com os peixinhos saltitantes.
No inverno, ele dorme abraçadinho, bem quentinho e protegido, nos braços de sua mamãe.

ANIMAIS FOFOS - A bezerrinha BEBEL


Olá! Sou a bezerrinha BEBEL.
Gosto muito de ficar ao lado da mamãe.
Mamãe me alimenta com seu leite, que também serve para fazer manteiga, saborosos queijos e outras delícias, é claro!
Além de tomar leite, eu como capim, folhas, milho, aveia, cevada, ração e até um pouquinho de sal.
Gasto muita energia brincando de saltar e, também, em rápidas e curtas corridas.
Na minha cama de feno, durmo tranquila e sonho com as alegres travessuras do meu dia.

ANIMAIS FOFOS - A corujinha JUJU


Sou a corujinha JUJU.
Daqui observo tudo ao meu redor.
Meus amigos se chamam de sabidinha e muitos me procuram em busca de orientações.
Quando a noite chega, saio para fazer a ronda.
Com meus olhos brilhantes, enxergo muito bem no escuro.
Até os casamentos, aqui na floresta sou eu quem realizo.
Agora você já sabe.
Sou a corujinha JUJU e a qualquer hora posso ajudar você.

ANIMAIS FOFOS - A patinha ZIZI


O meu nome é ZIZI. 
Todos me acham charmosinha e muito graciosa.
Brinco com meus amigos na lagoa azul, onde vivem muitos peixinhos coloridos.
Gosto de passear entre os igapós, as vitórias-régias e os muitos sapinhos saltadores.
Tenho outros amigos engraçados:
O caracol, a tartaruga, as libélulas e as borboletas.
A tarde, nós nos reunimos para cantar.
Somos afinadíssimos.
Quer nos escutar?


ANIMAIS FOFOS - O porquinho PIG


Olá! O meu nome é PIG.
Alguns amigos me chamam de bolinha, gorduchinho...
Sou mesmo gordinho, porque não para de saborear suculentas espigas de milho.
Tenho muitos amigos e estamos sempre remexendo a lama do chiqueiro.
Às vezes, saímos para passear nos arredores, mas voltamos bem rapidinho.
Já pensou se encontramos algum lobo faminto caminhando por ai?
Não quero nem pensar.

ANIMAIS FOFOS - A ovelhinha LALÁ


Olá! Meu nome é LALÁ.
Eu sou uma ovelhinha!
Os outros filhotes e eu gostamos de dar pulos e empurrões, mas com cuidado, é claro!
É só um brincadeira.
Um dia, de tanto pular, caí no lago.
Foi muito engraçado e todos riram muito.
Nunca nos afastamos dos nosso pais.
Temos medo dos lobos ferozes da floresta.
No inverno não sinto frio, porque uso uma roupa de lã natural e muito quentinha!


ANIMAIS FOFOS - A gatinha MIMI


Eu sou a gatinha MIMI.
Gosto muito de passear na praça.
Brinco com minhas amigas borboletas e com todos os bichinhos no jardim.
Todos os dias vou jogar bola com os gatinhos da vizinhança.
Quando volto para casa, vou me banhar, e um leite bem quentinho gosto de tomar.
Depois, no meu cantinho favorito, só quero dormir e sonhar.

ANIMAIS FOFOS - O coelhinho LINO


Sou um esperto coelhinho chamado LINO.
Corro rápido e dou saltos por ai.
Tenho uma grande família, que gosta de suculentas cenouras com folhas verdes.
Na floresta brincamos de esconde-esconde.
Veja agora se consegue me encontrar!
Quando o sol se põe, a todos digo adeus, pois é hora de voltar para casa.
À noite, dormimos juntinhos.
Boa-noite!

ANIMAIS FOFOS - O cachorrinho TOBI


Eu sou o cachorrinho TOBI.
Gosto de dar pulos e piruetas no ar.
Sou muito alegre e divertido e adoro nadar com meus amigos.
Quando encontro um osso saboroso, vou logo esconder no quintal.
Também sou muito esperto e não deixo estranhos entrarem.
Minha casinha é limpa e aconchegante.
Tenho muito sossego aqui no meu lar.

domingo, 17 de junho de 2012

COLEÇÃO ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO



ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Vaquinha


DITOSA, A VAQUINHA MANDONA

Ela já nasceu mandona, e lhe puseram o nome de ditosa! 
Era bonitinha, mas não tinha nada de mimosa.
Os pais viram que a vida deles não iria ser nada cor-de-rosa.
Os amiguinhos de Ditosa ficavam logo desconfiados. 
Nas brincadeiras, lá estavam eles sendo comandados:
Tinham de buscar todos os brinquedos para ela.
E quem fizesse cara feia, Ditosa empurrava para dentro do lago.
E ria deles: _ Julinho estava bravo! ...
Todo molhado!
Um dia, todos quiseram bater em Ditosa, mas ela fugiu em Polvorosa.
A mãe de Ditosa viu que ela agia de péssima forma.
Deu-lhe um castigo: 
Passar o dia trabalhando de arrumadeira.
Então Ditosa jurou:
_ Mãe, nunca mais vou fazer esse tipo de brincadeira!
Os pais de Ditosa tinham muita esperança de que ela melhorasse...
Pois era apenas uma criança!
Quem sabe se o jeito de Ditosa não era só o de quem gosta de ter liderança?

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Porquinho


ROMEU, O PORQUINHO CARTEIRO

Alegre, Romeu entrega cartas pela cidade. 
Leva notícias de alegria e também de saudade.
Leva também livros, objetos e equipamentos para as pessoas aprenderem e viverem seus momentos.
Mas ser carteiro, as vezes é uma brincadeira de correr do cachorro do seu João, que sempre tenta mordê-lo.
Então, ele pões a carta bem depressa na caixa, e dispara antes que o animal rasgue sua calça.
E quando entrega na casa mais antiga do bairro escuro?
Um homem sinistro vem atender e Romeu fica em apuro!
Ele ainda tem de assinar o papel e seu coração vai a mil!
Deixa a encomenda rápido e se afasta do homem hostil!
Mas Romeu também vê coisas lindas em seu caminho como a bondosa senhor Eva, que lhe dá um biscoitinho.
Compensa o grande cansaço de subir um morro enorme para entregar uma encomenda na caixinha do Sr. Jorge.Porém, Romeu, o carteiro, ama a sua profissão, descobre o mundo aos pouquinhos pela sua própria mão. E quando chega em casa, vê que uma carta sobrou... ora, é para Romeu!
Alguém dele finalmente se lembrou!



ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Pintinho


REGINALDO, O PINTINHO CURIOSO

Reginaldo não tinha nem um amiguinho. 
Desde que nascera, vivia só no seu cantinho, porque era um pintinho estranho e muito curioso.
Um dia, resolveu sair para ver este mundo gracioso.
Mas logo encontrou um cão mal-humorado, que não gostou nada, nada de Reginaldo.
O cão era terrivelmente grande e lançou-se, ameaçador...
Ainda bem que parou na grade, e o pintinho fugiu de pavor!
Reginaldo correu e entrou no lugar que viu primeiro.
E quase levou um coice de um cavalo no celeiro.
Assustado, o pobre pintinho resolveu voltar para casa.
Mas nem voltar sabia... nem voava, com tão pequena asa!
Quando passou pelo buraco de um muro, deu de cara com um gato...
E levou o maior susto!
Quando pensou que o gato iria comê-lo, afinal, o gato disse:
"Não se preocupe, não vou lhe fazer mal".
O gato bonzinho lhe ensinou o caminho de volta e aconselhou:
"Tome cuidado e não fique mais a solta"
Enfim, Reginaldo tinha arranjado um grande amigo.
Nunca mais saiu por ai, enfrentando qualquer perigo!


ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Peixinho


ADERBAL, O PEIXINHO DOURADO

Aderbaldo era um peixinho dourado, muito ligeiro e danado.
Vivia numa parte do mar colorido de coral.
Ali perto, certo dia, um navio afundou num temporal.
O pai de Aderbal disse a ele para não ir ao navio.
Mas para o peixinho dourado esse era um desafio.
E para pregar um susto no amiguinho, levou-o lá, dizendo que um tubarão era vizinho.
O pai de Aderbal se pôs a ralhar.
_ Menino, você tem de se comportar!
Aderbal não gostou de levar sermão diante dos outros peixinhos, então... que humilhação!
Mas aquele peixinho dourado era mesmo incondicional.
Voltou ao navio em atitude nada compreensível.
Mas fugiu tão rápido quanto podiam suas nadadeiras!
Havia um tubarão oculto atras de horríveis caveiras!
Teve sorte ao chegar a salvo à sua casa no coral.
E viu que um peixinho dourado não poderia ser maioral.
Então, Aderbal aprendeu uma grande lição: 
Deveria sempre ouvir seus pais com muita atenção!

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Papagaio


LUCRÉCIO, O PAPAGAIO CONTADOR DE HISTÓRIAS

Lucrécio tinha fama de contador de histórias. 
Havia espaço na cabeça dele para tantas memórias!...
Era ali, na praça da esquina onde tinha o seu lugar, que todos paravam para uma história escutar.
"Certa vez, fui viajar num enorme avião. 'O motor parou', disse o capitão".
"Saiu voando com uma corda forte e reboquei o avião até o aeroporto. Que sorte!"
"Em Minas Gerais tem um poço tão fundo que, se alguém cair dentro, vai sair do outro lado do mundo!"
" Uma vez, caí naquele poço e fui parar no Japão. 
Encontrei uns samurais e quase morri do coração!"
"Certa vez, fui caçar na mais temida floresta. Vejam só, fui como se estivesse indo para uma festa!"
"Eu me arrependi, pois apareceu na minha frente o saci-pererê, que tem uma perna somente!"
"Ja fui um tremendo jogador de futebol, campeão mundial. Pode até pesquisar: Fiz cada gol!"
Lucrécio não parava de enumerar seus contos e, a cada minuto, exagerava e inventava uns pontos.

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Hamster


LEÔNCIO, O HAMSTER

Na vila, vivia um Hamster do qual todos gostavam. Quando havia algum trabalho a fazer, era a Leôncio que chamavam.
Ele limpava calhas entupidas, trocava telhas quebradas e estava sempre pronto ao precisar consertar vidraças trincadas.
Um dia, foi consertar a chaminé do castelo de um amigo.
Até parecia mal-assombrado, de tão antigo.
No sótão, havia figuras movendo-se estranhamente. 
Eram morcegos muito assustadores, realmente!
No telhado, viu que havia tijolos fora do lugar.
Então preparou a massa para a chaminé consertar.
Mas começou um chuva terrível, de raios e vento, Leôncio teve de se proteger, indo para dentro.
De repente, para ele um vulto branco apareceu. 
Seria um fantasma? de medo, Leôncio estremeceu.
Então, quis saber se era um fantasma ou uma flanela...
Tentou agarrá-lo, mas o fantasma fugiu pela janela!
Leôncio saiu correndo do castelo mal-assombrado.
Não quis ficar para ver se o tal fantasma era malvado!
Saiu na chuva, correndo, correndo, ofegante! 
Voltou para a sua casinha, onde era mais aconchegante.


ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Gatinho


AS TRAVESSURAS DO GATINHO TICO

Tico morava numa casa muito grande, com árvores e cercados, num povoado distante.
Era um gatinho brincalhão e travesso. De vez em quando sumia, mas logo estava de regresso.
Levava seus irmãozinhos para procurar divertimento e preocupava a sua mamãe a todo momento.
Jogava bola e sujava as roupas do varal. E sua mãe dizia: _ Tico, isso não foi legal!
Tico era mesmo um gatinho muito levado. Um dia, ele inventou de subir no telhado.
Ficou com medo e não conseguia descer. Pediu socorro até seu pai aparecer.
O pai de Tico ficou muito zangado, mas depois lhe fez logo um afago.
Ele entendia que Tico era uma criança. Só o repreendeu por fazer tanta bagunça.
No outro dia, lá estava Tico no galpão novamente, brincando com tinta, numa traquinagem inocente.
Ele e seus irmãos estavam totalmente pintados. 
Até sua mãe riu, pois estavam muito engraçados.

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Coelho


LULU, O COELHO LEVADO

Era das frutas de dona Joana que Lulu mais gostava. Mas ela descobria sua arte e o afugentava.
Dona Joana ficava zangada à beça e dizia: "Quando você quiser, venha cá e peça!"
Lulu saía correndo pela estrada e, em outro quintal, fazia uma bagunça danada.
Pegava cenouras para comer, amassando um pé de cravo. O Sr. Júlio corria atras dele e ficava muito bravo!
De barriga cheia, ia incomodar o gato Tobias. Legal! Lulu esperava encontrar o gato dormindo fazia dias!
Pegou uma pedra... mirou... e acertou-lhe um petardo! O gato, de susto, correu como um guepardo!
Lulu chegava em casa ainda rindo do pobre gato. Sua mãe o esperava e dizia que aquilo não iria sair barato!
O castigo foi duro: Retirar todas as folhas do chão, depois lavar a louça e, ainda, arrumar o porão.
No outro dia, lá estava Lulu fazendo das suas. Primeiro fazia uma arte, depois fugia para as ruas...
Quando será que esse coelhinho vai aprender? Quem faz o que não deve, não faz por merecer...

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Cavalinho


O CAVALINHO NOTÁVEL

Logo que nasceu, a inteligência de notável já impressionava, pois ele sabia contar as peças com que brincava.
Ele gostava de contar tudo o que via. Mas muitas coisas ele não sabia.
Qual é o número que, depois do dez, deveria vir? Então, aprendeu que o onze vinha logo a seguir.
O tempo passou e até mil notável conseguiu contar.
O papai, orgulhoso, abraçou o filho, para o incentivar.
Agora, notável contava quando ia para a escola e, na aula, contava até os personagens da história.
Ai, apareceu um colega invejoso. Na saída, empurrou notável ao chão lamoso.
Alguns colegas riram, mas os professores viram e o colega maldoso pegaram.
Todos ficaram impressionados com notável. Ao desculpar o colega, mostrou uma inteligência inigualável.
Assim foi a história de um cavalinho muito notável.

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO - Cãozinho


AS TRAPALHADAS DO CÃOZINHO LUPI

Lupi era um cachorrinho terrível!
No pega-pega do bairro, ele era imbatível. Embora pequeno, gostava de correr. Latia muito, mas não era de morder.
Com o gato Niki, então, dava dó! Quando se encontravam, só se via o pó!
Um rolando por cima do outro, vociferando, latindo e fazendo pouco!
Lupi gostava de subir ao sótão, derrubava tinta, jogava tudo ao chão.
Tia Gumercinda ralhava, se descabelava, mas ele nem dava atenção aquela tia brava!
Um dia quando corria atrás de outro gato, no meio da rua por um carro foi atropelado.
Por sorte, só foi pego de raspão e ai, para ele, aquilo serviu de lição.
Lupi resolveu mudar seu comportamento. Sabia que era difícil. Tinha que ficar sempre atento.
Então, Lupi percebeu que podia ser educado, conquistar amigos e ser por eles amado!

FICHA DE CONTROLE DA BIBLIOTECA 81 a 100

Um modelo demonstrativo e sugestivo de como registrar e controlar os livros pertencentes ao Clube. Ao findar de cada ano o diretor atual deverá repassar esta lista com todos os livros registrados inclusive os que desapareceram. Após conferir cada item, entregará aos cuidados da nova direção onde a mesma deve conferir cada item, assinar e arquivar a ficha, isentando assim sua responsabilidade no caso de desaparecimento do devido patrimônio.

5. Controle Da Biblioteca 81- 100 by NeteDechante

sábado, 16 de junho de 2012

DIGA NÃO ÀS DROGAS E AO ÁLCOOL


O álcool e as drogas podem confundir as crianças. Elas são alertadas sobre tais perigos, mas mesmo assim vêem pessoas patrocinando as "drogarias" e consumindo bebidas alcoólicas, muito exploradas pela publicidade. As crianças ouvem com frequência proibições e advertências sem entender os seus porquês.

Numa linguagem muito agradável e com atraentes ilustrações, este livro orienta as crianças sobre esses porquês. Ele condena e explica com clareza os conceitos básicos do efeito do álcool e das drogas no organismo, no comportamento e na mente. Aponta caminhos saudáveis para a criança dizer NÃO e para alcançar os seus sonhos sem o risco das drogas e do álcool.

domingo, 10 de junho de 2012

A CASINHA DE NICOLAS


Num lindo jardim de flores, morava Nicolas, um caracol que estava descontente por ter um corpo tão incômodo.
_ Por que tenho que levar minha casa por todos os lados? dizia ele. Sou o único que faz isso. As borboletas voam livremente felizes pela terra, e eu sou tão lento e pesado que só consigo ir daqui para ali bem devagar. Assim, ninguém gosta de me acompanhar nos passeios.
Um dia decidiu abandonar sua carapuça e, num segundo, transformou-se numa pequena lesma.
Foi só tocar a terra e ficou todo coberto de barro. Como foi difícil limpar seu corpo! Quando conseguiu começou a sentir uma grande dor nas costas. O sol esquentava com muita força e como Nicolas não estava acostumado a seus raios, ficou cheio de bolhas.
Quase não aguentando de tanta dor, escondeu-se debaixo de uma filha.
Mas já estava entardecendo e ele começou a sentir muito frio.
_ Que bobo eu fui, pensava consigo. Agora eu entendo o valor daquela casinha tão segura. Antes eu não sentia frio nem me queimava com o sol.
Nicolas precisou pedir ajuda para conseguir encontrar sua carapuça.
As borboletas procuraram voando e as joaninhas buscaram entre as flores.
Por fim, a encontraram em meio a uns cravos. Nicolas, sem pensar duas vezes, correu e enfiou-se dentro dela. Agora, estaria segura e não teria problemas com o sol e o frio.
Nessa noite, lembrando-se de tudo o que havia ocorrido, deu graças por ser como era.
Quentinho e bem protegido, adormeceu tranquilamente.

sábado, 9 de junho de 2012

CLÁSSICO TODO LIVRO - A PEQUENA VENDEDORA DE FÓSFOROS


Sinopse

Nesta obra você vai se emocionar com a trajetória de uma garotinha que vendia fósforos na noite de Natal, enquanto nevava fortemente.

domingo, 3 de junho de 2012

AS AVENTURAS DOS FILHOTES - Cristóvão, o macaco bombeiro


Cristóvão era um bombeiro muito trapalhão. 
Quando tocava a sirene de fogo, já começava a confusão.
Cristóvão vinha correndo e o capitão ficava muito bravo, porque ele sempre chegava com um sério atraso.
Ao desenrolar a mangueira, Cristóvão tropeçou.
Acertou água no capitão que, todo encharcado, gritou:
"Vá apagar o fogo!"
Cristóvão, de tão nervoso, conseguiu apagar aquele fogo! Ficou todo orgulhoso!
Outro dia, quando os bombeiros foram salvar um gatinho, Cristóvão subiu na árvore e pegou o bichinho.
Mas escorregou e caiu em cima... sabe de quem?
Do capitão, que ficou furioso como ninguém!
Aí, uma menina prendeu o pé na linha do trem. Que aflição!
Dessa vez, a pessoa certa para salva-la era o capitão.
Cristóvão foi ajudar, mas de novo escorregou...
Por sorte a menina livrou o pé, assim que o trem passou.
Então, o perfeito foi condecorar um bom bombeiro e o capitão achou que era ele o herói verdadeiro.
Mas o capitão ficou muito bravo, quando viu entregarem a medalha a Cristóvão e todo mundo aplaudiu.

AS AVENTURAS DOS FILHOTES - Agripina a Girafa


Agripina era uma girafa pequena e peralta.
Queria ser alta como sua mãe.
Tentava subir em pedras, e nada! Então saltava... mas nem no pescoço de sua mãe, Agripina chegava!
"Precisava comer muitas frutas e folhas para crescer", disse a mamãe girafa para a sua filha aprender.
Então, folhas e frutas Agripina comeu... e gostou. Comeu tanto que até engordou!
Mas Agripina não tinha crescido o suficiente, " Continuou pequena", dizia tristemente.
A mamãe de Agripina ficou com muita pena.
"Tenha paciência. Um dia você vai deixar de ser pequena."
Mas parecia que o tempo de crescer nunca vinha.
Esse negócio de ter paciência, não era para Agripina!
Aí, num belo dia, nasceu sua irmãzinha, tão alegre e tão pequenininha!
Logo começaram a brincar pelo campo afora! Corria atrás de sua irmã, que se chamava cora.
Agripina nunca mais disse que queria ser grande. 
Mamãe girafa sorria ao vê-la, agora, tão radiante!

sábado, 2 de junho de 2012

COLEÇÃO TESOUROS CLÁSSICOS




TESOUROS CLÁSSICOS - Peter Pan & Pinóquio


PETER PAN

Todas as crianças crescem, Peter Pan não! Ele mora na Terra do Nunca.

Um dia junto com a Fada Sininho, foi visitar seus amigos Wendy, João e Miguel.

Peter levou-os para conhecer a Terra do Nunca. Com a mágica de Sininho eles saíram voando. Avistaram o barco pirata, a aldeia dos índios e a morada dos meninos perdidos.

O Capitão Gancho viu Peter Pan e seus amigos voando e resolveu atacá-los;

Peter Pan salvou Wendy antes que ela caísse no chão.

Os meninos perdidos moravam dentro de uma árvore oca. Wendy contou lindas estórias para eles. Ela gostou dos meninos.

Um dia o Capitão Gancho raptou a princesa dos índios, mas Peter Pan apareceu para libertá-la. O Capitão Gancho fugiu e o Crocodilo Tic Tac quase o engoliu, mas ele escapou.

Mas o Capitão Gancho não desistiu. Desta vez capturou os meninos perdidos, levou-os para o barco pirata, de lá eles seriam jogados no mar.

Mas Peter Pan veio salvar os seus amigos. Lutou com Gancho e o derrubou.

De volta ao lar, Wendy pediu que Peter Pan ficasse com eles, mas ele disse que não e preferiu a Terra do Nunca, assim ele nunca cresceria e poderia brincar com todas as crianças sempre.

PINÓQUIO

Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira. Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente o boneco criou vida. Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.
Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado. Colocou-o na escola. Mas Pinóquio fugiu e foi divertir-se no teatro de bonecos.
O dono do teatro queria ficar com Pinóquio, mas ele chorou tanto que o homem deu-lhe umas moedas e o deixou partir.
Na volta para casa encontrou dois ladrões. Apesar dos conselhos do Grilo Falante, seguiu com eles e foi roubado. Pinóquio, triste, resolveu voltar para casa e obedecer Gepeto.
No caminho, um passarinho avisou que Gepeto foi procurá-lo no mar.
Ele ia ao encontro de Gepeto quando viu umas crianças que se dirigiam ao País da Alegria. Pinóquio foi com ele.
Estava brincando quando percebeu que estava se transformando em um burro.
Chorou arrependido. Uma fada apareceu e desfez o encanto. Mas avisou:
_ Toda a vez que mentir, seu nariz vai crescer!
Chegando no mar, Pinóquio e o grilo foram procurar Gepeto. Apareceu uma baleia e os engoliu. Lá dentro encontraram Gepeto. Quando a baleia abriu a boca de novo, eles fugiram.
Chegando em casa, a fada recompensou a coragem de Pinóquio, transformando-o num menino de verdade.
Pinóquio e Gepeto foram muito felizes.

TESOUROS CLÁSSICOS - Os Músicos de Bremen & Os Três Porquinhos


OS MÚSICOS DE BREMEN

Nesta história, um burro, um cão, um gato e um galo, maltratados pelos seus donos, abandonam-nos e decidem ir para Bremen, uma cidade onde conhecerão a liberdade.
No caminho para Bremen, vêem luz numa casa; espreitam dentro e vêem quatro ladrões desfrutando do produto de seu roubo. Apoiados nas costas uns dos outros, decidem cantar, na esperança de serem alimentados. A sua 'música' tem um efeito inesperado: os homens fogem, não sabendo a origem de tão estranho som. Os animais tomam posse da casa, comem uma boa refeição, e dormem.
Durante a noite, os ladrões regressam e um deles entra na casa para investigar. Ao ver os olhos do gato brilhando no escuro, pensa que sejam brasas e inclina-se para acender a sua vela. Numa rápida sucessão de acontecimentos, o gato arranha-lhe a cara, o burro dá-lhe um coice, o cão morde-lhe e o galo afugenta-o porta fora, cacarejando. O homem diz aos seus companheiros que foi atacado por monstros: uma bruxa horrível que o arranhou com as suas enormes unhas (o gato), um gigante que lhe deu uma paulada (o burro), um ogro que o arranha com uma faca (o cão) e, o pior de tudo, - um juiz que gritou em seu ouvido "Peguem esse patife"(o galo). Os ladrões abandonam a casa devido às estranhas criaturas que dela se apossaram, e os animais vivem felizes nela até ao final dos seus dias.
**FIM**
 OS TRÊS PORQUINHOS

Era uma vez, três porquinhos que saíram da casa de sua mãe. Cada um construiria a sua própria casa. Seguiram caminhos diferentes.
O primeiro porquinho construiu a sua casa com palha. Logo ficou pronta e ele foi dormir. Chegou um lobo que queria comer o porquinho e disse: -- Abra a porta ou derrubarei esta casa com um sopro só!
O porquinho não abriu. O lobo soprou e derrubou a casa. O porquinho fugiu.
O segundo porquinho fez a sua casa com galhos de árvore. Logo ficou pronta e ele foi dormir. Outra vez veio o lobo.
-- Porquinho, abra a porta ou vou assoprar e derrubar tudo. O porquinho não abriu, o lobo assoprou e derrubou a casa. Mas o porquinho fugiu e se escondeu, e o lobo queria saber:
Onde se meteu este porquinho?
O terceiro porquinho construiu a sua casa com tijolos. Para lá, foram os seus irmãos e o lobo também. Mas, desta vez, o lobo soprou até cansar e não derrubou a casa.
O lobo resolveu descer pela chaminé, mas a lareira estava acesa e ele saiu pegando fogo. O lobo foi embora e os porquinhos ficaram muito felizes, morando na casinha de tijolos.

TESOUROS CLÁSSICOS - O Mágico de Oz & O patinho feio


O MÁGICO DE OZ

Dorothy morava com o seu tio Henrique e a sua tia Ema no Kansas. Ela gostava de brincar com seu cachorrinho Totó.
Um dia, veio um ciclone e Dorothy e Totó não conseguiram se proteger. A casa subiu tão alto que foi cair numa terra estranha.
Quando Dorothy se viu sozinha, quis voltar para a sua terra. Então, veio uma bruxinha boa e disse que somente o Mágico de Oz poderia ajudá-la. Deu-lhe um para de sapatinhos dourados para ajudar na caminhada.
Dorothy seguiu um caminho de pedras amarelas e viu um espantalho num milharal e o libertou.
_ Não sei como agradecer. Disse o Espantalho.
_ Queria ter um cérebro para saber agradecer.
_ Venha comigo! O mágico de Oz poderá dar um cérebro a você. Falou a menina.
Mais adiante, encontrou um homem de lata enferrujado. Depois que  Dorothy passou óleo, o homem de lata agradeceu e disse que queria um coração para ser generoso.
_ Venha conosco. O mágico de Oz vai conseguir um para você. Disse Dorothy
No caminho, um leão atacou Totó.
_ Você é um leão covarde!
Gritou Dorothy, brava. O leão recuou e disse que era mesmo covarde.
_ Então, venha conosco. O mágico de Oz vai lhe dar coragem.
Disse Dorothy com pena do leão.
Ao chegarem a cidade de Esmeralda, foram até o misterioso Mágico de Oz, que disse:
_ Darei cérebro ao espantalho, coração ao homem de lata e coragem ao leão;
Mas somente a bruxa boa do sul  poderá ajudar Dorothy a ir para o Kansas.
No palácio perto do deserto, a bruxa boa do sul disse a Dorothy:
_ Ora, é só bater três vezes com estes sapatos encantados e fazer o pedido.
Dorothy despediu-se dos amigos, fez o que a bruxa mandou e zum... Voltou a ser feliz com o tio Henrique e a tia Ema no Kansas.

O PATINHO FEIO

Era um vez uma mamãe pata que pôs cinco ovos quatro lindos patinhos saíram primeiro da casca e, por último, um patinho tão feio que dava dó. _ Quando crescer, ficará bonito, pensou esperançosa, a mamãe pata.

O patinho crescia e a mamãe pata ficava mais triste. Ele continuava feio e esquisito.

Os mais velhos o olhavam com pena. Os mais moços zombavam dele chamando-o de "Patinho feio".

Pobre patinho! Vivia triste, e não brincava com ninguém por causa da sua feiura. O patinho preferia ficar sozinho do que perto daqueles que riam dele. Um dia, resolveu ir embora para bem longe.

Andou muito pela floresta, até que anoiteceu. Ele estava cansado, com fome e com muito medo. Também estava triste com seus amigos e, por isso venceu o medo e adormeceu ali mesmo.

De manhã, quando acordou ainda tinha fome. Andou mais um pouco e ouviu um barulho de água. Correu e encontrou um lago, onde alguns patos selvagens brincavam alegremente.

Quis falar com eles, mas um barulho de espingarda espantou a todos e ele ficou sozinho novamente.

O patinho resolveu ficar por ali mesmo, pois tinha muitos peixes para se alimentar. Com o tempo, foi ficando mais forte e robusto.

A primavera chegou, e todos os cisnes resolveram aparecer no lago. Um deles veio conversar com o patinho. Ele não acreditava que um belo cisne quisesse ser seu amigo de verdade. _ Ora, olhe seu reflexo na água _ Pediu o cisne. O patinho viu o reflexo e descobriu que ele também era um cisne! Então, resolveu juntar-se àqueles lindos e majestosos cisnes e viveu feliz para sempre.

TESOUROS CLÁSSICOS - Chapeuzinho Vermelho & Cinderela


CHAPEUZINHO VERMELHO

Era uma vez uma menina conhecida como chapeuzinho vermelho. Um dia, sua mãe pediu que ele levasse uma cesta de doces para sua vovó que morava do outro lado do bosque.
Caminhando pelo bosque, a menina encontrou o lobo.
_ Onde vai chapeuzinho? Perguntou o lobo.
_ Vou a casa da vovó levar uma cesta de doces. Respondeu chapeuzinho.
_ Muito bem, boa menina! Porque não leva flores também?
Enquanto chapeuzinho colhia as flores, o lobo correu a casa da vovó.
Bateu à porta e imitando a voz de chapeuzinho vermelho pediu para entrar.
Assim que entrou, deu um pulo e devorou a vovó inteirinha.
Depois, colocou a touca, os óculos e se cobriu, esperando chapeuzinho.
Quando chapeuzinho chegou, o lobo pediu para ela chegar mais perto.
_ Vovó, que orelhas grandes!
Disse chapeuzinho.
_ É para te ouvir melhor! Disse o lobo.
_ Que olhos enormes, vovó!
_ É pra te ver melhor!
_ Que nariz comprido!
_ É para te cheirar!
_ E essa boca vovozinha?
Que grande!
_ É pra te devorar!
Então o lobo pulou da cama e correu para pegar chapeuzinho.
Um caçador que passava perto da casa ouviu o barulho e foi ver o que era.
O lobo tentou fugir, mas o caçador atirou e matou o lobo.
Chapeuzinho apareceu e disse que o lobo havia engolido a vovó. 
O caçador abriu a barriga do lobo e tirou a vovó sã e salva.

CINDERELA

Um senhor viúvo tinha uma filha a quem muito amava.
Casou-se outra vez com uma viúva que tinha duas filhas.
Quando ele morreu, sua filha ficou muito triste.
A madrasta e as filhas invejavam a beleza e a bondade da moça. Passaram a maltratá-la, ela passou a ser uma criada, chamavam-na de Cinderela. Cinderela fazia todo o serviço da casa. Chorava muito porque sentia-se só, sem ninguém que a amasse.
Um dia, o rei resolveu dar um baile no palácio e convidou todas as jovens do reino, pois o príncipe nesta ocasião, escolheria uma esposa. As filhas da madrasta passaram o dia provando vestidos para o baile.
Cinderela também queria ia ao baile, porém sua madrasta proibiu. Suas irmãs saíram, zombando da pobre moça.
Então apareceu a sua fada madrinha.
_ Não chore! Ela disse para Cinderela.
_ Você irá ao baile.
Com sua varinha mágica transformou suas roupas num traje maravilhoso. A fada ainda transformou uma abóbora em uma linda carruagem, o gato em cocheiro e o rato num belo cavalo.
_ Mas lembre-se, o encanto terminará à meia-noite. Disse a fada.
Cinderela entrou no palácio e todos ficaram encantados com sua beleza. O príncipe só dançou com ela.
Ao dar meia-noite, antes que terminasse o encanto, Cinderela foi embora. Ao correr perdeu seu sapatinho de cristal.
O príncipe, que tinha se apaixonado por Cinderela, para achá-la, mandou que provassem o sapatinho em todas as jovens do reino. Todas provaram, até as irmãs de Cinderela. Mas, quando Cinderela calçou o sapatinho, surpresa! Serviu!!!
Cinderela e o príncipe se casaram e foram felizes para sempre.


TESOUROS CLÁSSICOS - Branca de Neve & Cachinhos Dourados e os Três Ursos


BRANCA DE NEVE 


Branca de Neve era uma princesinha de cabelos bem negros, pela branca como a neve e lábios vermelhos. Ela morava com sua madrasta, uma rainha muito vaidosa e má.
A Rainha tinha um espelho mágico. Todos os dias ela perguntava ao espelho:
_ Espelho, espelho meu, existe alguém mais bonita do que eu? O espelho respondia:
_ Não, minha rainha, você é a mais bela.
Um dia, a rainha fez a mesma pergunta ao espelho, porém, a resposta foi diferente.
Ele disse:
_ Minha rainha, você é muito bonita, mas Branca de Neve é a mais bela.
A rainha enciumada e com raiva, chamou o caçador e ordenou que levasse Branca de Neve para a floresta e a matasse. Sem coragem de cumprir as ordens da rainha, o caçador falou: _ Fuja, Branca de Neve! Não volte para o castelo, pois a rainha quer matá-la! Branca de Neve assustada, correu.
Os animaizinhos da floresta ajudaram Branca de Neve a chegar até uma clareira. Lá ele avistou uma casinha. Aproximou-se da casa e entrou.
Tudo era pequeno, parecia uma casa de bonecas. Provou da comida que estava nos pratos e como estava cansada, juntou as caminhas do quarto, deitou e dormiu. 
Era a casinha dos sete anões. Quando eles voltaram do trabalho, encontraram Branca de Neve dormindo. Ficaram surpresos e curiosos. Quem era ela? De onde veio? O mais velho pegou a lanterna e chegou perto.
Branca de Neve  acordou e contou sua triste história. 
Os anões pediram que ela ficasse morando ali. Branca de Neve cuidava da casa, enquanto eles trabalhavam.
A rainha descobriu que Branca de Neve estava viva. Transformou-se em uma velha vendedora de frutas.
Foi até a casa dos anões e ofereceu uma maçã envenenada para Branca de Neve. Quando ela mordeu, caiu desmaiada.
Quando os anões chegaram, viram Branca de Neve caída no chão. Choraram, pensando que ela tinha morrido.
Por ser tão bela, eles a colocaram num caixão de vidro, no meio da floresta.
Um príncipe que passava por ali, aproximou-se. Viu Branca de Neve e por ela se apaixonou. Ela parecia dormir. Levantou a tampa do caixão e lhe deu um beijo.
Nesse momento, o encanto se quebrou e Branca de Neve despertou. Olhou para o Principe e sorriu. Tempos depois, casaram-se e foram muito felizes.

CACHINHOS DOURADOS E OS TRÊS URSO

Era uma vez três ursos. Papai urso era grandão. Mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso era bem pequenino.
Papai urso tinha uma tigela de mingau grandona. A tigela da mamãe ursa era um pouco menor e o bebe urso tinha uma tigelinha. Mamãe ursa encheu as tigelas com mingau quente.
Foram dar uma volta enquanto o mingau esfriava. Então, cachinhos dourados chegou e, não vendo ninguém na casa, entrou.
Vendo o mingau, cachinhos dourados provou da tigela do papai urso. Estava muito quente.
Aí, provou da mamãe ursa. Estava muito frio.
Depois, provou da tigela do bebe urso. Hum! Estava uma delícia. Comeu tudo!
Cachinhos Dourados foi sentar na cadeira do papai urso. Era muito alta. Depois, sentou na cadeira da mamãe ursa. Era muito larga. Então, jogou-se na cadeira do bebe urso, que se quebrou toda.
Cachinhos Dourados ficou com sono e foi deitar-se na cama do papai urso. 
Era muito dura. Depois, deitou-se na cama da mamãe ursa. Achou macia demais. Então, deitou-se na cama do bebe urso. Achou-a muito aconchegante. Ai, ela adormeceu.
Os três ursos voltaram com fome. 
_ Alguém comeu do meu mingau! 
Rosnou o papai urso.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Falou a mamãe ursa.
_ Alguém comeu do meu mingau!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E comeu tudo!
Os três ursos viram que tudo estava fora de ordem.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Rosnou o papai urso.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Reparou a mamãe ursa.
_ Alguém sentou na minha cadeira!
Disse o bebe urso, e completou:
_ E está toda quebrada!
No quarto, papai urso rosnou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E a mamãe ursa falou:
_ Alguém deitou-se aqui!
E o bebe urso disse:
_ Alguém deitou-se aqui e ainda esta deitada!
De repente, Cachinhos Dourados acordou e viu os três ursos a sua frente. Ficou tão assustada, que saiu correndo para casa. Nunca mais Cachinhos Dourados entrou na casa de outras pessoas sem avisar.